
Emerson Campos Gonçalves é Professor Titular de Letras e Linguística na Faculdade Estadual de Música do Espírito Santo (Fames) e Professor Permanente no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Territorialidades da Ufes (PósCom/Ufes). É Pós-Doutor em Letras (PPGL/Ufes) e Doutor em Educação pela Universidade Federal do Espírito Santo (PPGE/Ufes), tendo sido bolsista Capes. É, ainda, Mestre em Estudos de Linguagens pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Posling/Cefet-MG), Bacharel em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) e Licenciado em Letras/Português pelo Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes/UAB). É líder do Grupo de Pesquisa Laboratório de Pesquisa Crítica em Cultura, Tecnologia e Educação (LPC CulTE/Fames) e atual coordenador do Núcleo de Estudo e Pesquisas em Educação, Filosofia e Linguagens do Centro de Educação da Ufes (Nepefil/CE/Ufes).
Resumo da experiência profissional
Antes de ingressar na Fames, foi professor efetivo de Língua Portuguesa na Umef Dep. Paulo Sérgio Borges (PVV) e professor de Língua Portuguesa (EJA e Ensino Médio) em Vitória/ES pela SEDU/ES, tendo sido aprovado para ingressar na carreira como docente efetivo em 2022. Pela Ufes foi professor substituto de Jornalismo, Publicidade e Cinema/Audiovisual no Departamento de Comunicação Social (2015-2016); e de Língua Portuguesa e Literatura em Língua Portuguesa no Departamento de Linguagens, Cultura e Educação (2020). Foi, ainda, professor de Fundamentos Histórico-Filosóficos da Educação no Departamento de Educação, Política e Sociedade da Ufes (2017-2018).
Entre 2014 e 2015, na Kaniski Assessoria Pedagógica, trabalhou como Analista de Comunicação em projetos ambientais desenvolvidos pelas petrolíferas Shell e Petrobras. Ainda em 2014, atuou como repórter do jornal A Tribuna, de Vitória (ES). Entre 2008 e 2013 esteve nos Diários Associados, onde exerceu os cargos de repórter multimídia do jornal Estado de Minas e capista/editor de capa do Portal Uai. Colaborou como repórter em outros veículos do mesmo grupo, como Correio Braziliense, Diário de Pernambuco, Superesportes, TV Alterosa/SBT, Vrum e Divirta-se. Atuou também como redator no website do Palácio das Artes, da Fundação Clóvis Salgado. Antes disso passou pelas Assessorias de Comunicação da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, da PUC Minas e do Sistema Estadual de Meio Ambiente de Minas Gerais.
Linhas de pesquisa
Atualmente coordena projeto de pesquisa multidisciplinar (Edital Universal Fapes 28/2022) que busca investigar as relações entre o vício em redes sociais online e o uso indiscriminado de estimulantes por universitários capixabas. Em sua pesquisa pós-doutoral no PPGL/Ufes, investigou aproximações entre o jornalismo literário de Svetlana Aleksiévitch e Euclides da Cunha a partir da perspectiva benjaminiana. Suas linhas de pesquisa principais são i) IA, Cibercultura e Convergência de Mídias; ii) Semiótica e Estudos de Linguagem; iii) Jornalismo Literário e Literatura; iv) Ensino e Filosofia da Educação; e v) Filosofia, Cultura e Comunicação (esta última diretamente relacionada com os estudos da Teoria Crítica da Sociedade, a partir de Theodor W. Adorno e Christoph Türcke).
Experiências administrativas
Além da experiência como editor nos Diários Associados, Emerson foi Coordenador/Chefe do Núcleo/Departamento de Música, Educação e Humanas da Fames (2023-2024) e Coordenador dos Cursos de Licenciatura na mesma Instituição (2024-2025), tendo sido membro do Conselho Acadêmico da Fames entre 2023 e 2025. Atualmente é Presidente da Comissão para Seleção de DTs da Fames, Coordenador da Sala Multiusuários de Pesquisa (SMP) e Membro da Comissão de Processo Seletivo/Vestibular e da Comissão de Ética da Fames. É, ainda, membro do Comitê de Governança do Programa de Incentivo à Pesquisa, à Extensão e à Inovação da Secretaria de Estado da Educação do Espírito Santo - PIPEI-SEDU.
Outras experiências
Tem experiência como revisor e parecerista em diferentes periódicos/editoras e atua como editor científico independente, tendo colaborado com diferentes sociedades científicas (como SBMM e SBB). Durante o doutorado foi diretor de comunicação da Associação de Pós-Graduandos da Ufes (APG/Ufes). Ora ou outra lança a sorte como poeta e cronista. Esporadicamente escreve artigos de opinião e reportagens para veículos de mídia independente.
O mais importante
Antes de ser jornalista, pesquisador ou professor, é marido e fã incondicional da brilhante (e linda) Profa. Dra. Juliana Barbosa Coitinho Gonçalves - companheira na vida e na pesquisa. É pai do Bono, do Chico, da Frida, do Yoda, da Leia, do Chewie, da Naomi, da Marie, da Fofurinha, do Teco, da Tata e defensor dos animais. Filho - orgulhoso! - de costureira, aprendeu a costurar as palavras com a sua mãe, Eliana, de quem sente saudade todos os dias. Busca ser um bom exemplo para a sua sobrinha e afilhada, Manu, e para o seu sobrinho, Pedro. Atleticano fanático (com o perdão pelo pleonasmo), não agenda compromissos durante os jogos do Galo. É filiado ao Partido dos Trabalhadores de Vitória e é Lulista. É goleiro semi-aposentado e proprietário de um Fusca 1975, o que lhe credencia como mecânico em momentos de aperto.
Publicações
É autor dos livros "Jornalismo literário: abordagens dialógicas" (Edufes, 2026 - ainda no prelo); "Jornalismo como antifilosofia" (Editora Dialética, 2023); "A morte do jornalista" (Ed. Independente, 2020); "Convergência infinita de mídias" (Ed. Oyá, 2020) e as organizações "Isolad@s" (Nepefil/Ufes, 2020) e "Educação, experiência e formação estética" (Edufes, 2022). Possui mais de 40 textos publicados sob a forma de artigo científico, capítulo de livro ou trabalhos completos em anais de congresso.
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